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Marcas que se conectam (com todos os públicos)

Orbi Comunicação - Marcas que se conectam

Hoje, falamos muito em marcas e não é por menos: as marcas têm muito valor para um negócio, tanto de forma tangível e financeira, quanto intangível. E para além dos clientes, as marcas, principalmente as fortes, geram significado e valor para todos os públicos. Indo mais a fundo, discutimos atualmente marcas com propósito, como agentes de transformação e marcas que se conectam. Nesse contexto, estamos vislumbrando um novo caminho para as marcas, novas formas de atuação e desafios.

Quer entender mais sobre o que estamos falando? Então, continua lendo para conferir, entender e repensar as marcas no contexto atual!

O que é uma marca?

Primeiro, é importante termos clareza do que é uma marca. Sabemos que é um conceito difícil de ser explicado, pois se configura como algo intangível e vai muito além da logotipia. Afinal, o que é um marca? Existem várias definições, por isso trouxemos algumas: Aaker (2015) diz que a marca é uma promessa que a organização concretiza em relação a um cliente em termos de benefícios funcionais, emocionais e de auto-expressão. O mesmo autor também diz que, na verdade, marca é muito mais do que isso: é uma jornada, uma relação que vai evoluindo conforme o cliente vai estabelecendo percepções a partir de experiências que ele tem com a marca. Também ouvimos falar cada vez mais em marcas como seres vivos que se transformam e se conectam de diferentes formas com seus públicos. Por isso, para Kotler e Pfoertch (2007, p. 23) “a marca é emocional, tem uma personalidade, e cativa corações e mentes dos consumidores”. Logo, a marca vai além do produto e do serviço em si: ela significa algo maior, sobretudo em relação ao seu propósito. Portanto, cresce as percepções e as discussões em relação a marcas que se conectam.

O que é uma marca forte?

Em termos mais técnicos, marca forte é aquela que gera conhecimento, isto é, além de aparecer, ela precisa ser relevante. Também possui qualidade percebida, que se dá a partir dos seus públicos, dessa forma, é diferente da qualidade intrínseca. Além disso, gera associações nos clientes, sendo em sua maioria positivas. Por fim, ainda traz como forte o quesito da lealdade de seus clientes. Para chegar em uma marca forte, é preciso [muito] branding. Ou seja, a construção e gerenciamento da marca a partir de todos seus pontos de contatos e de todos os seus públicos. Esse trabalho que envolve planejamento, estratégia, ações, criatividade, análise contínua, olhar crítico, analítico e holístico, para ser efetivo, precisa acompanhar a marca desde o início. Assim, é possível se diferenciar no mercado. O próximo passo, que envolve branding e outras concepções de gestão, negócios e comunicação, envolve a construção de marcas que se conectam.

Orbi Comunicação - Marcas que se conectam

Marcas que se conectam: qual a diferença?

Diante do cenário que vivenciamos, das nossas experiências, estudos e pesquisas percebemos que as marcas não existem com o único fim de cumprir alguns objetivos e metas. As marcas que se conectam fazem a diferença no mundo, com um posicionamento, propósito e bandeiras a defender. Mais do que isso: buscam se relacionar e se ligar com as pessoas através de diversos meios e ações. E para nós, as marcas que se conectam realmente, procuram fazer isso com todos seus públicos, entendendo suas peculiaridades, contextos e subjetividades. Quando falamos de públicos, estamos indo além do público-alvo, isto é, do cliente.

Como organismos vivos, estão imersas em conjunturas que envolvem mais do que seus clientes. Estão a todo momento afetando e sendo afetadas pelos diversos públicos com os quais [busca] se relacionar. Atualmente, os públicos são ativos, sendo que o protagonismo das pessoas e das relações humanas são cada vez mais discutidas par. Por isso, as marcas que se conectam possuem o olhar sensível para todos seus públicos, de forma que os reconheça e que promova uma comunicação mais transparente e verdadeira. 

Conseguem enxergar o poder disso?

As marcas que se conectam também conectam as pessoas ao seu redor. Assim como, comunicam não para as pessoas, mas com elas. Lembre-se: essa visão de marcas que se conectam se concretiza a partir da mente das pessoas, ou seja, não adianta a marca apenas ter esse discurso. É preciso ter significado para os públicos, pois eles que reconhecem e dão sentido as iniciativas e propostas.

Nosso conteúdo chegou ao fim! Mas não se preocupe, pois temos muito mais: que tal conferir as tendências 2020 de Instagram? Nesse post, demonstramos através de dicas práticas em relação ao comportamento dos públicos como você pode se conectar enquanto marca. Por fim, não se esqueça que transformar negócios em marcas que se conectam é um trabalho [e desafio] a longo prazo e diário. E vai muito além de uma frase bonitinha para seu propósito: estamos falando de conexão, transformação, diálogo efetivo e humanização.

Nos vemos online! Até mais. 🙂

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